7 de novembro de 2009

Chega o verão. Como sempre, florianópolis é invadida por milhares de turistas que ainda acreditam ser esta uma cidade preparada e com estrutura para recebê-los confortavelmente. E o que se vê?
Sábado, véspera de feriado (finados), cinco da tarde. SC-401, única via que liga o norte da ilha ao centro. O que acontece então? A eficiente administração municipal resolve fechar meia pista para realizar melhorias no asfalto. Não poderia haver momento melhor não é mesmo? A fila estendia-se do trevo do saco grande até o de santo antônio - o que, pela minha apuração no google earth, equivale a quase 6,5 kilômetros. Para quem mora em são paulo ou alguma outra cidade grande, pode parecer pouco.
Para quem é daqui, isso é absurdo. Quiçá nem a fila em si, mas sua razão. É realmente necessário interditar meia rodovia quando todos voltam da praia? Acho que não. E me sinto um completo idiota ao ser obrigado a passar por tais situações, às quais espero nunca me acostumar.
Como diriam no rockgol, totalmente exelente!

2 de novembro de 2009

Há vida aqui???

Ainda tem algum ser (humano ou não), que visita o blog? Deixa um recado pra gente saber se ainda somos visitados. Um tempinho na UTI, mas já voltamos com nossa programação "quase" normal.

Beijo, me liga

15 de outubro de 2009

Sim, Rondônia existe

6 de outubro de 2009

3 de outubro de 2009

Um país olímpico.

"é nóis!"

sem comentários.

29 de setembro de 2009

A porta do elevador abre. Ele, fora, de roupão, chinelo e jornal do dia nas mãos. Passa pouco das nove . Ela, enquanto desce ajeita o cabelo, estica o tailleur. Ritmo acelerado de trabalho, fruto da ocupação recém promovida à subdiretora geral. Ele coça a cabeça, ainda não sabe o que fará no dia que acabara de nascer. Talvez tivesse trabalho, talvez pegasse uma praia. Seu cotidiano era pautado a cada minuto, onde fatos acontecessem ou deixassem de acontecer. Ela divertia-se sexta à noite, sábado, porém ao chegar em casa domingo pela manhã, segurando o salto e quiçá um pouco embriagada, sabia que dali a algumas horas precisava estar novamente recomposta. Galgava como poucas sua carreira, tinha esperança de trabalhar na matriz, em paris. Seus olhos ainda não abrem direito, espia as manchetes. Devia subir até a mini cobertura, preparar um café, limpar o cinzeiro e jogar aquelas garrafas no reciclável. Pelo menos alguma coisa havia rendido, embora o prazo para entrega do roteiro fosse longo, preferia deixar as coisas adiantadas.

A porta do elevador abre. Olham-se, mas não é como das outras vezes. Ficara uma espécie de respeito, um respeito mútuo pelo que um tinha feito pelo outro. Pelo que nunca mais um faria pelo outro. "Oi", "oi". Ela segue para o sonhado futuro tentanto esquecer o que deixou para trás, enquanto ele sobe tentando lembrar onde estão as chaves do carro.

22 de setembro de 2009

Não deve fazer uma semana comentei com alguém que seria escolhida uma menina para o posto de oitavo cqc. Devia ter apostado. Após a semifinal de ontem - de passagem, a única eliminatória que assisti - ficou garantido que o brasil será o segundo país a ter uma fêmea entre os homens de preto (o primeiro foi a itália).
Minha opinião é que a baixinha leva, porém ambas são boas. Na verdade fiquei contente em vê-las finalistas, pois seria muita sacanagem no meio daquele monte de imbecis a direção do programa não ter capacidade para escolher alguém realmente digno do posto. Para mim, já entre os 30 selecionados metade estava lá para ser eliminado. O que quero dizer é que sabidamente não teriam condições de integrar o programa, mas foram selecionados por serem engraçados, simpáticos ou qualquer coisa que o valha.
Comparando as matérias das duas ontem, minha candidata mostrou mais tino, mais perspicácia ao fazer as perguntas. A outra também tinha, contudo era menos espontânea. Espero, e muito, que sejam esses os critérios de escolha, e não a palhaçada que vi ontem de mandar mensagens para votar no candidato favorito. Se for assim, chama o bial para anunciar o vencedor.